25 anos de dor e saudade no Litoral: mãe escreve carta comovente ao filho desaparecido
O caso de Bruno Leal da Silva, desaparecido em 1999 no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, completou 25 anos sem solução em julho deste ano.
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Mesmo após todos esses anos, a dor e a angústia continuam a assombrar sua mãe, Devercina França Leal, que escreveu uma carta emocionante no dia em que Bruno completaria mais um aniversário.
Na carta, Devercina expressa seu sofrimento e a saudade que sente do filho, descrevendo o que deveria ser um dia de celebração como mais uma data marcada pela dor do desaparecimento de Bruno.
Ela relembra os difíceis anos de luta para garantir a saúde de Bruno, desde seu nascimento, quando enfrentou a doença do filho praticamente sozinha, até os dias que passavam juntos, com ela o levando para o trabalho, em cima da máquina de cortar grama.
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Devercina também relata as crises de ansiedade e os momentos de desespero que a acometem, especialmente em datas que deveriam ser comemorativas, mas que agora só trazem sofrimento.
Ela expressa a fé inabalável de um dia reencontrar Bruno e deixar claro seu amor eterno e incondicional, mesmo diante da incerteza e da dor que a acompanham por um quarto de século.
A mãe de Bruno revela ainda que realizou dois testes de DNA, deixando-os registrados em bancos de dados na esperança de que, um dia, possa ser encontrada ou encontrar seu filho.
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A carta termina com uma mensagem de amor e esperança, na expectativa de que, onde quer que Bruno esteja, ele possa sentir o carinho e o desejo profundo de reencontro que nunca deixou de existir.
O caso
Bruno Leal da Silva, na época com nove anos, desapareceu no balneário de Imara, em Imbé, no dia 10 de julho de 1999.
O menino saiu de bicicleta para encontrar o pai em Atlântida Sul e nunca mais foi encontrado.
Uma pessoa chegou a ser presa suspeita do desaparecimento, mas foi solta pois não foi comprovada a sua participação.
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