Muitos dos serviços Google já tinham sido bloqueados pela China. Mas, até quarta-feira (28/7), ainda eram mantidos a busca web, o serviço de imagens e o acesso a notícias e anúncios. Nesta quinta-feira, todos estes passaram para o status de “bloqueado” ou “parcialmente bloqueado”.
Ao Wall Street Journal, o CEO da Google, Eric Schmidt, havia dito no começo de julho que a operação da empresa naquele país estava à mercê do governo chinês.
Segundo o jornal, quem visita o site google.cn recebe agora uma imagem que, clicada, redireciona o internauta para o site de buscas de Hong Kong. Embora o governo chinês não censure este site, certas medidas foram tomadas para que conteúdo não aprovado não seja exibido.
Em 30/6, a Google já havia detectado que seu serviço de buscas na China tinha sido parcialmente bloqueado. Em 22/3, a empresa passou a não mais censurar resultados de busca na China em resposta a um ataque cibernético contra a Google ocorrido em dezembro e que, segundo a empresa, teria partido de território chinês.
Nesta quinta-feira, uma corte na Rússia exigiu que um dos maiores provedores de Internet daquele país bloqueie o acesso ao YouTube, sob a alegação de que o serviço online oferece vídeos de ideologias extremistas.






















