Iniciou nesta terça-feira (6) o julgamento dos cinco homens acusados de matar o policial militar Thales Ferreira Floriano e de mais 11 tentativas de homicídio contra os policiais militares ocorrida em Cidreira, em 2016.

O julgamento é presidido pelo juiz de Direito Gilberto Pinto Fontoura, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Tramandaí, no Litoral Norte.

Em virtude da pandemia de coronavírus, não haverá acesso do público em geral à sessão.

O caso

Um policial militar foi baleado e morreu na madrugada de um sábado de Agosto de agosto de 2016, durante uma troca de tiros com homens suspeitos de integrar uma facção criminosa, em Cidreira.

Os criminosos estariam invadindo casas de moradores para tentar tomar um ponto de tráfico na Vila Chico Mendes.

Ao chegar ao local, a guarnição foi recebida a tiros.

Thales Ferreira Floriano acabou sendo atingido por um disparo na cabeça, morrendo no local.

O soldado era integrante do 2° BPAT de Tramandaí e deixou esposa e uma filha.

Na época as suspeitas eram de que parte da facção saiu de Porto Alegre e seguiu em direção ao Litoral Norte com o objetivo de matar rivais e dominar o tráfico na região.

Natural de Tramandaí, Thales era formado em Educação Física e policial militar desde 2009.

O soldado era filho de Roberto Floriano, que foi secretário da prefeitura de Tramandaí, e de Isabel Floriano, professora aposentada.

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