Becker é apontado como líder de uma quadrilha que teria desviado mais de R$ 60 milhões da Ulbra. Conforme a PF, suspeitos montaram empresas ''fantasmas'' para receber valores por supostas consultorias prestadas à Ulbra, no período de 2005 até o início de 2009.
O ex-reitor foi denunciado também pelo Ministério Público Federal por ilegalidades no museu tecnológico da universidade.
Em dezembro, o juiz federal Guilherme Pinho Machado determinou a penhora de dois apartamentos – incluindo uma cobertura – de Becker e do filho dele Leandro Becker. Os imóveis localizados no Edifício Palma Real foram registrados no nome da empresa RME, que pertence à família Becker. Os bens foram avaliados em mais de R$ 2,5 milhões. A cobertura foi leiloada, em abril, por R$ 984 mil.
Além dos apartamentos, foi determinada a penhora de cinco boxes de garagem no mesmo edifício. A Justiça Federal de Canoas homologou também a venda direta de 312 veículos que eram de propriedade do ex-reitor.



















