Apesar das famílias ocuparem uma área particular, invadida, não pertencente à prefeitura de Osório, a Secretária Municipal de Habitação, Elisete dos Anjos, recebeu o grupo.
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“Das famílias que estiveram aqui na prefeitura, uma está contemplada nos sobrados, outros já tinham sido contemplados com reformas, outra com terreno e reforma, através do programa habitacional do município.
Mas ainda tinham famílias oriundas de outros municípios como Xangri-Lá, Capão da Canoa e Imbé que não podemos atender porque não são daqui”, disse Elisete.
O prefeito de Osório, Romildo Bolzan Júnior, que estava em reunião em Porto Alegre, conversou por telefone com um dos representantes do grupo. “A prefeitura de Osório se prontificou a fazer o cadastro das famílias desde que não haja novas invasões”, esclareceu.
Um documento entregue pela CEEE à prefeitura de Osório informa que através do expediente interno nº 47671/2011, consta o ofício emitido pela Promotoria de Justiça Cível de Osório no qual consta cópia de denúncia referente a ligações clandestinas em área de ocupação irregular no balneário de Mariápolis em Osório.
Nele, ainda consta que a CEEE, depois de realizar um levantamento “in loco”, confirmou-se tal denúncia, sendo verificado que existem 33 residências localizadas em área ainda não urbanizada localizadas no balneário de Mariápolis, que estavam ligadas clandestinamente à rede de distribuição de energia da CEEE-D.
Devido às perdas comerciais ocasionadas pelas ligações clandestinas e, principalmente, à situação de risco elétrico, foi realizado o desligamento destas irregularidades.





















