Autor da medida, Alceu Moreira lembra que o projeto tramitou desde 2012 e em todo o período, inclusive em inúmeras audiências, o governo não manifestou discordância com o texto em nenhum momento, tanto que foi aprovado nas duas casas com os votos dos deputados e senadores governistas.
“Me surpreende essa amnésia do governo federal. No caso idêntico, da isenção dos veículos bélicos, após a sanção o Contran regulamentou quais veículos se enquadrariam, até porque, é impossível prever quais serão os novos maquinários a entrar no mercado, ainda mais com tanta tecnologia à disposição. Os próprios representantes do governo diziam isso”, criticou o deputado.
Para ele, “na hora de vetar a única coisa que veio à mente foram as cifras da arrecadação, agora com o desgaste político ficam procurando chifre em cabeça de cavalo para justificar o que não tem justificativa”.
Também com vistas no desgaste, setores do governo estudam agora ressuscitar a proposta de Alceu Moreira através de Medida Provisória a ser aprovada pelo Congresso.
Repúdio ao veto
Desde o veto, o gabinete do deputado tem recebido moções de repúdio ao veto e de apoio ao projeto de inúmeras Câmaras de Vereadores e de sindicatos rurais e de trabalhadores, não apenas do RS, mas de diversos estados do país.





















