Policiais civis de Capão da Canoa tentaram refazer ontem os últimos passos da adolescente Cristiane da Silva, 16 anos, encontrada morta na noite de segunda-feira dentro de um saco, em uma lagoa da cidade. O assassinato da garota, que havia desaparecido no dia 14, segue um mistério para os investigadores.
Até agora, a Polícia Civil tem poucas pistas sobre o caso. E o que foi apurado segue em sigilo absoluto para não prejudicar a elucidação do crime.
— Estamos tentando montar um quebra-cabeças. Inicialmente, parecia um crime fácil de ser resolvido, mas é bem mais delicado do que pensávamos — disse o delegado de Capão da Canoa, Roland Alexander Short.
Os três suspeitos, segundo a Polícia Civil, são homens casados com quem a vítima teve relações sexuais. Para os investigadores, todos teriam o mesmo motivo para matá-la: o medo do relacionamento vir a público.
Um dos fatores que dificulta o trabalho da polícia são as informações imprecisas passadas por familiares. Como Cristiane conversava pouco com os pais, eles quase não sabiam da vida dela.
— Apesar das dificuldades, estamos confiantes de que em breve teremos uma solução — observou Roland.
As informações são de Zero Hora.






















