Segundo Zero Hora, a informação foi repassada à família pelo deputado federal Vieira da Cunha (PDT-RS), após contato com diplomatas chineses que auxiliam no caso da modelo gaúcha, detida em 8 de maio em uma operação contra o trabalho ilegal no país asiático.
Amanda deve ser liberada entre o domingo e a segunda-feira, seguindo imediatamente em voo comercial, com escalas, para o Brasil.
O caso
A polícia de Pequim realizou ação no dia 08 de maio e teria prendido 60 garotas de diversas nacionalidades, entre elas está a osoriense Amanda Griza, de 19 anos.
De acordo com a imprensa chinesa o país está tentando restringir a atuação de modelos internacionais que vem atuando de maneira irregular. Para exercer a profissão de modelo lá é necessário um visto de trabalho, que pode levar até dois meses para sair.
As agências aconselham os modelos a pedirem o visto de turista, pois têm menos exigências, mas isso seria ilegal na China.
A brasileira morava atualmente com os pais em Camboriú, Santa Catarina, antes de seguir para o continente asiático. Dois dias antes da prisão, Griza fez o último contato com amigos no Brasil pelo Facebook: “Desculpem, mas não uso Facebook na China porque dá preguiça. Então se quiserem falar comigo, só pelo Whatsapp. Tchau, Brasil”.
Amanda mostrava inclinação à carreira ainda quando tinha 11 anos e morava com a família em Osório. Na época ela participou de uma campanha publicitária da General Motors.






















