O papa Bento XVI oficializou a canonização de frei Galvão, em cerimônia realizada no Campo de Marte. No início da cerimônia, o cardeal José Saraiva Martins, prefeito da Congregação das Causas dos Santos, fez um histórico da vida do novo santo, acompanhado do arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, e da postuladora da causa da canonização do frei, irmã Célia Cardorin.
Em seguida, o papa Bento XVI declarou santo o beato Antônio de Sant'Ana Galvão, e determinou a inserção de seu nome na lista de santos da igreja católica, estabelecendo que ele seja adorado em todas as igrejas.
Em seguida, as relíquas de frei Galvão foram levadas ao altar por Sandra e Enzo Gallafassi, que teriam recebido a graça do santo. Os sacerdotes levaram, então, três símbolos que sintetizam a vida de frei Galvão: um cordão franciscano; um cálice, que remete ao ministério sacerdotal, e a colher de pedreiro, lembrando que o santo ajudou a construir o Mosteiro da Luz, em São Paulo. O anúncio do papa foi seguido pelo canto do hino dedicado a frei Galvão.
A canonização de frei Galvão é seguida de missa em homenagem ao novo santo. Mais de um milhão de pessoas acompanham a cerimônia. Natural de Guaratinguetá, no interior de São Paulo, frei Galvão é o primeiro santo nascido no Brasil.



















