“Não considero a presidenta responsável pela compra de Pasadena. A responsabilidade é da diretoria do Conselho de Administração”, afirmou.
Gabrielli disse que interessou à Petrobras comprar a refinaria de Pasadena porque, segundo ele, fazia parte de uma estratégia da estatal. “(Pasadena) era uma refinaria extremamente bem localizada e com preço atraente. O interesse era estratégico e era adequada para a realidade do Brasil e a realidade do petróleo nos EUA”, afirmou.
“Era uma refinaria que estava barata. Os primeiros 50% foram comprados a menos da metade do preço das refinaria por barril médio”, disse. “A refinaria daria retorno com manutenção do mercado de refino leve e pesado”, avaliou. “O mercado de consumo de derivados nos Estados Unidos estava bombando em 2003-2007, não só em gasolina mas em demanda de petróleo pesado”, explicou.






















