“A Venezuela, sob a liderança do presidente Chávez, viveu processo sem precedente histórico de aproximação com o Brasil”, disse o chanceler. “O presidente Chávez será lembrado como o líder venezuelano que maiores vínculos teve com o Brasil e que maior contribuição deu aos esforços de integração regional. Sob sua Presidência, a Venezuela tornou-se parceiro estratégico do Brasil e sócio pleno do Mercosul.”
Patriota soube da morte de Chávez ao ouvir o pronunciamento do vice-presidente venezuelano, Nicolás Maduro, na televisão.
No pronunciamento, Maduro informou que Chávez morreu às 16h47 (horário de Caracas). O chanceler brasileiro conversou com o embaixador do Brasil na Venezuela, José Antonio Marcondes de Carvalho, e também com o embaixador da Venezuela no Brasil, Maximilien Arveláiz.
A presidenta Dilma Rousseff e o chanceler cancelaram a viagem, marcada para quinta-feira (7), para El Calafate, na Patagônia, na Argentina. Assessores da Presidência da República e do Itamaraty informaram que Dilma e Patriota aguardam informações do governo venezuelano sobre o velório e o enterro de Chávez.




















