Polícia Civil realiza prisões por duplo homicídio e estupro de vulnerável no Litoral Norte

Prisões preventivas no Litoral Norte: a Polícia Civil cumpriu duas ordens judiciais em Capão da Canoa e Cidreira contra investigados por crimes graves. Suspeito de duplo homicídio qualificado preso novamente…
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Foto: meramente ilustrativa

Prisões preventivas no Litoral Norte: a Polícia Civil cumpriu duas ordens judiciais em Capão da Canoa e Cidreira contra investigados por crimes graves.

Suspeito de duplo homicídio qualificado preso novamente

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Polícia de Capão da Canoa, coordenada pelo delegado Marco Swirski, cumpriu uma prisão preventiva contra um homem de 21 anos investigado pelo crime de duplo homicídio qualificado.

Segundo a corporação, o suspeito possui antecedente por tráfico de drogas e já havia sido preso em flagrante pelo crime ocorrido anteriormente. Contudo, após análise judicial, o auto de prisão em flagrante não foi homologado, resultando em sua liberação.

Diante da soltura, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, alegando a necessidade da medida para garantir a ordem pública e a continuidade das investigações.

O pedido foi analisado em regime de plantão e deferido pelo Poder Judiciário.

Localização do foragido em Itati

Após a expedição da nova ordem judicial, equipes da Polícia Civil iniciaram diligências para localizar o investigado.

O homem foi encontrado no município de Itati, também no Litoral Norte gaúcho, sendo capturado e conduzido à Delegacia de Pronto Atendimento de Capão da Canoa.

Após os procedimentos legais, ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

Investigado por estupro de vulnerável e ameaças é preso em Cidreira

Em uma segunda ação no Litoral Norte, agentes da Delegacia de Polícia de Cidreira cumpriram prisão preventiva contra um homem investigado por ameaça e coação no curso do processo.

Conforme a investigação policial, o suspeito também é acusado de ter cometido estupro de vulnerável em 2023. O caso resultou em indiciamento formal em 2025.

Segundo os investigadores, após o avanço do procedimento criminal, o homem teria iniciado uma série de intimidações contra o pai de uma das vítimas.

Ameaças motivaram pedido de prisão preventiva

As apurações apontam que o investigado teria realizado ameaças diretas e buscado obter uma arma de fogo para executar o homem que estaria colaborando com a investigação.

Os relatos reunidos pela Polícia Civil indicam ainda que o suspeito teria afirmado que, caso não conseguisse a arma, utilizaria um veículo para atropelar a vítima das ameaças.

Diante da gravidade das acusações e da possível tentativa de interferir no andamento do processo criminal, a autoridade policial representou pela prisão preventiva.

A Justiça deferiu o pedido e o investigado foi encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição do Poder Judiciário.

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Amanda da Silveira Ferrari é estudante de Jornalismo pela UNISINOS, com experiência em produção de conteúdo, jornalismo de dados e comunicação pública.

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