Isso ficou evidente em encontro realizado na Associação Comercial, Industrial e de Serviços e que teve as presenças, além do empresariado local, do prefeito em exercício Armindo Ferreira de Jesus, do diretor de Trânsito e Segurança Ted Rancheski e do secretário da Gestão e Planejamento Flávio von Saltiél.
A reunião, presidida pelo presidente da ACISAP, Arley Santos Barreto, mostrou a preocupação dos comerciantes locais em relação à circulação das pessoas no centro da Cidade Baixa, onde há maior concentração do comércio local.
Armindo tranqüilizou o empresariado, afirmando que o desejo do Executivo, é que haja uma solução que beneficie comerciantes, população e os usuários dos transportes coletivos.
Existe uma determinação do Daer no sentido de que a primeira parada só possa ser estabelecida a partir de 1.500 metros do Terminal Rodoviário, isso em qualquer município do Estado. Branquinho disse que o Daer tem certas regras que não se consegue mudar mas as autoridades locais tentam reverter essa situação, porque, como disse o prefeito “o clamor popular é por uma parada intermunicipal num lugar central, bem no coração do comércio local e é isso o que queremos e o Poder Executivo tudo fará no sentido de sensibilizar o Daer para que altere as atuais regras”.
TRANSPORTE MUNICIPAL
Já em relação ao transporte municipal o prefeito foi taxativo: “Nada mudou e se houver alteração nos pontos de parada dos ônibus municipais será decidia pela população, pela Câmara de Vereadores, pela Associação Comercial e pelas entidades, pois queremos o que seja melhor para os usuários, comerciantes e a comunidade.”
Branquinho foi enfático ao afirmar que “não temos preferências só queremos beneficiar a nossa população’. E frisou: “Queremos um denominador comum para que Santo Antônio seja bem servido”, posição também defendida pelos empresários, que manifestam preocupação com relação à circulação da população no centro comercial da sede do município.
PARADÕES
A questão dos paradões é outra dor de cabeça para as autoridades do município e o prefeito deixou claro que essa, ainda não é uma situação definida, porque existem três alternativas: a primeira, no sentido de que seja implantado um circular que saia do terminal rodoviário, vá ao Bar Turista, à praça Nossa Senhora da Boa Viagem, retornando imediatamente ao terminal, com tarifa até no máximo um Real.
A outra hipótese é a de um paradão com toda a infra-estrutura, inclusive com banheiro, etc.
E uma opção surgida segunda-feira pela manhã na reunião na Associação Comercial é de uma redistribuição das paradas que seriam estabelecidas de forma segmentada. Por exemplo: quem vai para o segundo distrito tomaria o ônibus numa determinada parada. Quem vai para a Lagoa, ou outras localidades próximas, embarcaria noutra parada. Isso evitaria aglomeração numa só parada. ‘É um assunto que estamos discutindo e estamos abertos às sugestões. Queremos que a população definitivamente participando porque várias cabeças pensam melhor do que uma’.
ACISAP
Segundo o presidente da Associação Comercial por enquanto ainda se está na fase dos entendimentos. Arley Barreto deseja que seja encontrada uma maneira que satisfaça a população e os comerciantes da zona central da cidade e consequentemente não prejudicando a circulação de pessoas no centro da cidade.
Referindo-se ao terminal rodoviário, definiu o empreendimento como de primeiro mundo em relação ao que existia na cidade vindo atender aos anseios da população.
“A nossa dificuldade é a distância do centro e é isso que precisamos equalizar chegando a um denominador comum, que dê conforto à população no novo terminal, mas que não desmobilize o nosso consumidor do centro e que a população possa circular com facilidade tanto no sentido terminal centro, como vice-versa”.





















