Para Catarina, a proposta vem atender uma grande parcela da sociedade que tem dificuldade de conquistar o primeiro emprego. “O Estado, ao conceder o incentivo e/ou isenção fiscal, passa a abrir mão de receitas importantes que poderiam ser aplicadas em diversas áreas como saúde e educação. Nada mais justo que estas empresas, ao serem beneficiadas com a redução ou isenção de tributos, contribuam à sociedade gaúcha oferecendo oportunidade de emprego a pessoas já qualificadas, mas que não conseguem a inserção no mercado de trabalho”, justifica o deputado.
O parlamentar ressalta que a lei se aplicaria às empresas que recebem incentivos diretos ou por meios de consórcio e que o não cumprimento da lei acarretaria na perda destes benefícios e isenções.


















