Eletropostos no RS: Solled Energia anuncia investimento de R$ 3 milhões para instalar mais 32 novos pontos de recarga para veículos elétricos no Rio Grande do Sul durante 2026.
Solled Energia acelera expansão da mobilidade elétrica no RS
A infraestrutura para veículos elétricos no Rio Grande do Sul deve ganhar um importante reforço ao longo de 2026. A Solled Energia, empresa sediada em Santa Cruz do Sul, anunciou um investimento de R$ 3 milhões para ampliar sua rede de eletropostos no Estado.
O plano prevê a instalação de mais 32 unidades de carregamento, fortalecendo a estrutura necessária para acompanhar o crescimento da frota de veículos elétricos e híbridos plug-in em território gaúcho.
Onde estão os eletropostos já instalados
Antes da nova etapa de expansão, a Solled Energia encerrará o mês de julho com 16 eletropostos em operação.
Os equipamentos estão distribuídos entre os municípios de Santa Cruz do Sul, Xangri-lá, Osório, Capão da Canoa, Agudo, Pantano Grande e Pelotas.
No Litoral Norte, a presença de unidades em Osório, Xangri-lá e Capão da Canoa já cria um corredor estratégico para moradores, turistas e motoristas que utilizam veículos eletrificados durante todo o ano..
Cidades já confirmadas para receber novas unidades
Embora a definição de todos os endereços ainda esteja em andamento, a empresa já confirmou instalações em:
- Santa Cruz do Sul
- Santa Maria
- Portão
- Porto Alegre
- Dom Pedrito
- Pelotas
Como funcionam os eletropostos
Os eletropostos são estruturas destinadas ao abastecimento de veículos elétricos por meio do fornecimento de energia elétrica para as baterias.
Dependendo da potência disponível, o carregamento pode ocorrer em modalidades lentas, semirrápidas ou rápidas, reduzindo significativamente o tempo necessário para recuperar autonomia.
Modelo energético da Solled
A Solled Energia tem sua atuação associada à geração solar fotovoltaica e busca estimular o uso de energia renovável pelos consumidores.
Segundo a empresa, os clientes podem utilizar energia proveniente de sistemas solares próprios ou optar por modelos alternativos, como energia por assinatura e fornecimento adquirido no mercado livre de energia.




















