Escuta Lilás estará em Balneário Pinhal no dia 26 de janeiro

A Secretaria de Políticas para as Mulheres do RS irá integrar o Programa 'Verão numa Boa' do Governo do Estado, de janeiro até março, percorrendo o litoral para promover ações…
A Secretaria de Políticas para as Mulheres do RS irá integrar o Programa 'Verão numa Boa' do Governo do Estado, de janeiro até março, percorrendo o litoral para promover ações de enfrentamento à violência contra as mulheres. No dia 26 de janeiro estará em Balneário Pinhal, nas praias da sede e distrito de Magistério.

A Secretaria de Políticas para as Mulheres do RS estará divulgando o serviço público do Escuta Lilás (0800.541.0803) – Central de Atendimento à Mulher vinculado à SPM/RS, por meio do Centro Estadual de Referência da Mulher “Vânia Araújo Machado” (CRM/RS). No CRM, por telefone ou presencialmente, assistentes sociais, psicólogas/os e advogadas/os orientam as mulheres em situação de violência sobre seus direitos e sobre os serviços disponíveis para o atendimento de suas demandas.

Em caso flagrante, as mulheres podem acionar a Brigada Militar – Disque 190. E através do Escuta Lilás, a SPM/RS acessa a “Rede de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres” composta por: Delegacias, Casas-abrigo, Defensoria Pública, Ministério Público, Juizados, Postos de Saúde, Centros de Perícia, Centros de educação, reabilitação e responsabilização dos agressores, organismos de políticas para as mulheres, Núcleos de enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, movimento de mulheres e Centrais de Atendimento à Mulher, como o Ligue 180.

Nos últimos meses, a SPM/RS repassou recursos do Governo do RS, via Programa RS Lilás, para que os municípios atendam as reivindicações das mulheres apresentadas no âmbito da Participação Popular e Cidadã na construção do Orçamento do Estado. Panambi recebeu mais de R$ 146 mil para construir o Centro de Referência da Mulheres, que atenderá vítimas de violência doméstica.

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Balneário Pinhal recebeu mais de R$ 68 mil para o enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas e mais de R$ 40 mil para a a capacitação de mulheres na área da construção civil, pois para sair da situação de violência doméstica as mulheres necessitam de autonomia econômica.

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