Para evitar doenças como diarréia, febre tifóide, hepatite, leptospirose, as pessoas que moram nos locais atingidos devem redobrar seus cuidados em relação ao consumo de água, manuseio de alimentos, asseio e higiene.
O Centro Estadual de Vigilância em Saúde, da Secretaria Estadual de Saúde, recomenda as seguintes medidas:
– Evitar o contato direto com a água e a lama contaminadas pelas cheias
– Controlar o contato das crianças com as águas
– Manter os alimentos em locais protegidos e secos
– Ferver ou filtrar a água antes de beber, mesmo se ela for procedente da rede pública de abastecimento
– Se possível, adicionar hipoclorito, à água, para garantir sua potabilidade. O hipoclorito é fornecido pelos municípios
– Não tomar água que apresente cor, cheiro ou gosto estranhos
Quando as águas retomarem o seu nível normal, possibilitando o retorno da população às residências, é necessário limpar e desinfetar com água sanitária (na proporção de uma xícara para cada cinco litros de água) o piso; as paredes; objetos e roupas atingidas, usando luvas e botas de borracha, e enxaguar com água limpa.
Cuidado também com os insetos e animais peçonhentos que podem ter buscado refúgio na residência durante a cheia: deve-se verificar as casas antes de retornar definitivamente. Se houve mortes de animais como cães, gatos, aves, porcos e reses, é preciso enterrá-los em covas profundas.
O Disque Vigilância, pelo número 150, está permaentente à disposição da população para esclarecimentos.





















